
Em cumprimento do Convite do nosso Bispo, Senhor D. Virgílio Antunes, venho convocar-vos para o I Encontro de Irmandades e Confrarias da Diocese de Coimbra, que terminará com a Peregrinação Jubilar das Irmandades e Confrarias.
Será no próximo Domingo, dia 7 de Dezembro, com o seguinte programa:
– No Cineteatro do Colégio de São Teotónio:
10h00 Acolhimento
10h15 Oração inicial
10h30 “Confrarias e irmandades: identidade” [Pe Dr. Vítor Emanuel Ramos]
11h30 Intervalo
12h00 “Confrarias e irmandades: missão” [Pe Dr. Vítor Emanuel Ramos]
13h00 Almoço livre
– No Seminário Maior de Coimbra:
15h00 Início da Peregrinação Jubilar para a Sé Nova de Coimbra.
Tendo a Confraria da Rainha Santa Isabel acompanhado muitas das manifestações deste Ano Santo – Jubileu da Esperança 2025, não pode deixar de estar presente nesta jornada comum do Ano Santo que, como Irmandade, lhe é destinada, testemunhando a fé “e enchendo de esperança as ruas e o coração da nossa cidade de Coimbra”.
Assim, convoco todos os Irmãos e Irmãs da Confraria da Rainha Santa Isabel a participarem no próximo Domingo, dia 7 de Dezembro, a partir das 15h, na Peregrinação Jubilar desde o Seminário Maior de Coimbra até à Sé Nova, cada um(a) com a sua cruz e opa ou capa.
Certo da vossa comparência, apresento os meus cumprimentos,
Joaquim Costa e Nora
(p.s. – Já estamos inscritos como grupo)

Nota Informativa e CONVITE
Aniversário da dupla trasladação do sagrado corpo de Santa Isabel de Portugal
A Confraria da Rainha Santa Isabel pretende assinalar mais uma vez o aniversário da dupla trasladação do sagrado corpo de Santa Isabel de Portugal, comemorando esta efeméride nos próximos dias 27 e 29 de Outubro.
Para compreender melhor o que sucedeu, veja-se o que consta do livro “Novenas da Rainha-Santa Isabel – Protectora de Coimbra” (Coimbra, 1929), a fls, 79 e segs.:
Porque o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha tinha atingido um acentuado estado de ruína, o Rei D. João IV mandou construir, na vizinha colina de Nossa Senhora da Esperança, numa cota mais elevada, “um novo mosteiro para o qual se trasladasse o Corpo da Rainha-Santa, acompanhado das religiosas e restante pessoal do convento”.
Só em 1677 é que o edifício, cuja construção tinha começado em 1649, foi julgado “capaz de receber as religiosas”.
Por ordem do
príncipe D. Pedro (filho segundo de D. João IV), então regente do Reino (que mais tarde foi aclamado como Rei D. Pedro II), foi preparada “a trasladação do Corpo da Rainha-Santa Isabel com solenidade e pompa verdadeiramente rial”.
“Na tarde de quarta-feira, 27 de Outubro, dirigiram-se os Bispos, com os nobres e algumas pessoas mais, ao templo de Santa Clara e, ali, na presença de todos, abriu-se pela segunda vez o túmulo onde se achava o Corpo da Rainha-Santa Isabel” (a 1.ª abertura do túmulo de pedra ocorrera em 26 de Março de 1612, sob os auspícios de D. Afonso de Castelo Branco, 41.º Bispo de Coimbra, 6.º Conde de Arganil e nomeado em 1603 Vice-Rei de Portugal).
“Não era intenção dos Bispos descobrir o sagrado Corpo, mas apenas desejavam mudá-lo, envolvido como estava, para um outro caixão (do túmulo de pedra para o túmulo de prata) – 2.ª trasladação do corpo da Rainha Santa Isabel (a 1.ª trasladação ocorrera em 1326, de Extremoz para Coimbra. logo após a sua morte, conforme Santa Isabel de Portugal tinha deixado expresso no seu último testamento) -, no qual fosse conduzido para o novo mosteiro” (3.ª trasladação), ainda sem a igreja construída (a igreja só ficou concluída em 1696, ano em que foi sagrada).
Assim, no próprio dia 27 de Outubro assin
al
a-se:
– a 2.ª abertura do túmulo de pedra
– a 2.ª trasladação do sagrado corpo da Rainha Santa Isabel
A 3.ª trasladação (2.ª trasladação no “espaço” de 2 dias nesse mês de Outubro de 1677 = dupla trasladação) ocorreu em 29 de Outubro seguinte, desde o velho Mosteiro de Santa Clara (Santa Clara-a-Velha) para o novo Mosteiro de Santa Clara (Santa Clara-a-Nova).
Aliás, o dia 29 de Outubro foi uma data significativa do novo Mosteiro de Santa Clara (o Mosteiro de Santa Clara-a-Nova) – era o dia da Festa da Titular da Igreja da Rainha Santa Isabel:
No Calendário da Igreja da Rainha Santa Isabel, “a Festa da Titular não se faz, como pareceria mais natural, a 4 de julho, que é a Festa natalícia, ou aniversário da morte e entrada na glória da Rainha-Santa; mas a 29 de outubro, Festa d
a Trasladação do seu santo Corpo para este mosteiro novo de Santa Clara. Assim se fez sempre, desde o ano em que o templo foi sagrado, no fim do século XVII, certamente porque, no acto de Sagração, o Bispo sagrante designou este dia para a Festa da Titular”. – cfr. António Ribeiro de Vasconcelos “Liturgia da Rainha-Santa”, Coimbra, 1934.
Neste ano de 2025, dadas as profundas obras de restauro que estão a ser realizadas na Igreja da Rainha Santa Isabel, que envolvem a instalação de andaimes em parte significativa da igreja, o programa da evocação da “Festa da Titular” será estritamente religioso.
Assim, para a Evocação em 2025 da Festa da Titular da Igreja da Rainha Santa Isabel – Aniversário da dupla trasladação do sagrado corpo de Santa Isabel de Portugal – a decorrer na Igreja da Rainha Santa Isabel, Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, Coimbra, nos próximos dias 27 e 29 de Outubro:, está previsto o seguinte programa:
Mantêm-se as celebrações religiosas habituais na Igreja da Rainha Santa Isabel.
Com os melhores cumprimentos,
A Mesa Administrativa da Confraria da Rainha Santa Isabel,

É com profundo pesar que a Confraria da Rainha Santa Isabel informa que, com 84 anos, faleceu o seu Irmão e Confrade, o Senhor José Manuel Vizeu Fernandes (Vizeu).
Neste momento de dor e consternação, só nos cabe pedir a Deus que ilumine o seu caminho, lhe dê paz, e que Deus dê conforto à sua família para que possam enfrentar esta imensurável dor com serenidade.
Agradecemos imensamente o tempo que pudemos estar na sua presença, tendo a certeza que será sempre lembrado, por todo trabalho voluntário e pela vontade e disponibilidade de serviço.
Devemos sempre lembrar que Deus quer ao seu lado os melhores, na certeza que o nossa Irmão já está ao seu lado, cumprindo uma nova missão.
Informamos ainda que o funeral se realiza segunda-feira dia 22 de Setembro pelas 15h no Crematório Municipal de Coimbra (Taveiro), onde serão celebradas exéquias funebres em sufrágio da sua alma, e que quinta-feira dia 25 de Setembro, na Igreja da Rainha Santa Isabel, pelas 18h, será celebrada missa, sufragando a alma deste nosso Confrade e Irmão,
Está irmandade ficará muito honrada com a participação de todos que se puderem associar a esta Eucaristia.
A Confraria da Rainha Santa Isabel, deixa os seus mais sinceros e sentidos pêsames a todos familiares, amigos, nesta casa que tantos anos defendeu, a certeza da sua falta.
Oremos:
“Pai santo, Deus eterno e Todo-Poderoso, nós Vos pedimos pelo nosso irmão João Gomes, que chamastes deste mundo. Dai-lhe a felicidade, a luz e a paz. Que tendo passado pela morte, participe do convívio de Vossos santos na luz eterna, como prometestes a Abraão e à sua descendência. Que a sua alma nada sofra, e Vos digneis ressuscitá-la com os Vossos santos no dia da ressurreição e da recompensa. Perdoai-lhe os pecados para que alcance junto de Vós a vida imortal no reino eterno. Por Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amén
(Rezar Pai-Nosso e Ave-Maria.)




Comemorações dos 400 anos da
Canonização de Santa Isabel de Portugal
No seu programa de comemoração dos 400 anos da canonização de Santa Isabel de Portugal, decretada em 1625, a Confraria da Rainha Santa Isabel vai acolher no próximo dia 10 de Maio, às 21h30, o “Coro Honoris Deo”, num concerto “Rosas para Isabel” dedicado à própria Rainha Santa Isabel.
Este concerto realiza-se na Igreja da Rainha Santa Isabel, Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, em Coimbra, sendo o “Coro Honoris Deo” dirigido pelo maestro Dr. João Arcanjo, interpretando as seguintes peças:
Avé maris stella (Hino da Igreja)
Minha alegria és Tu, Senhor!, de E. Perrot
Panis angelicus, de Franck César
Toma a minha vida, música da tradição hebraica
Eis-me aqui (Ecommi), de Monsenhor Marco Frisina
Cântico dell’Agnello, de Monsenhor Marco Frisina
Glória! Glória! Aleluia!, de Julia Ward Howe
Avé Maria!, de Monsenhor Marco Frisina
Salvé bendita Mãe, com melodia russa e arranjo de Pe. António Cartageno
Grande só Tu!, melodia tradicional sueca com arranjo e adaptação de Pe. António Cartageno
Chi ci separera (Quem nos separará?), de Monsenhor Marco Frisina
Domare Cordis (Catedral Granada)
Exultemos de alegria – Rainha Santa
Invocação à Rainha Santa
Preghiera semplice (Oração de “S. Francisco”), de Monsenhor Marco Frisina
Saudação à Rainha Santa
Pai nosso! de Monsenhor Marco Frisina
Hino do Jubileu – peregrinos da esperança
A entrada é livre.
A Confraria da Rainha Santa Isabel conta com a participação atenta de todos!
Pela Mesa Administrativa da Confraria da Rainha Santa Isabel,
Joaquim Leandro Costa e Nora