00351 239 441 674
secretario @ rainhasantaisabel.org
“SÃO ROSAS”
Concerto do próximo Domingo, dia 17 de Julho de 2022, pelas 18h00, nos Claustros do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, com que se encerrará o Programa Cultural organizado pela Confraria da Rainha Santa isabel, englobado nas Festas da cidade de Coimbra em louvor de Santa isabel de Portugal.
Este concerto, designado “SÃO ROSAS”, é composto por várias peças clássicas, a maioria de música sacra, e será interpretado pelo Quarteto de Cordas da Orquestra Clássica do Centro, com a participação da soprano Raquel Mendes.
Peço a melhor divulgação deste momento cultural na cidade de Coimbra, que se pretende inesquecível, num local igualmente inesquecível.
Tendo presente todos os condicionalismos indicados nas orientações da Conferência Episcopal Portuguesa e das autoridades de saúde e de modo a preparar o melhor acolhimento de todos, informa-se que a entrada é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia até às 19h00 de Sábado, dia 16 de Junho, pelos telefones 239441674 e 918048310, ou para o email <secretario@rainhasantaisabel.org>
Com os melhores cumprimentos,
Joaquim Costa e Nora
Recital de canto gregoriano pelos Coros Psalterium e Vox Aetherea

A Mesa Administrativa da Confraria da Rainha Santa Isabel informa que, depois do êxito do fim de semana passado, em que teve início o Programa Cultural das Festas em louvor de Santa Isabel de Portugal organizadas pela Confraria, este programa cultural prossegue no próximo Domingo, dia 26 de Junho, a que se associa mais uma efeméride do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova.
Na verdade, no Domingo, dia 26 de Junho, para assinalar o aniversário da Dedicação da Igreja da Rainha Santa Isabel, em 1696, vai realizar-se nesta igreja, em Coimbra, a partir das 21h00, um Recital de canto gregoriano pelos Coros Psalterium e Vox Aetherea.
Dada a limitação de lugares e de modo a preparar o melhor acolhimento de todos, a admissão do público está sujeita a inscrição prévia, através dos telefones 239441674 ou 918048310 da Confraria da Rainha Santa Isabel, ou ainda por mensagem para o e-mail <secretario@rainhasantaisabel.org>.

Contando com a presença de todos,
Pela Mesa Administrativa da Confraria da Rainha Santa Isabel
Joaquim Leandro Costa e Nora

Fotografia e Vídeo

O colaborador oficial da Confraria da Rainha Santa Isabel para o domínio dos trabalhos fotográficos e gravações vídeo é a empresa “Fotografia e Vídeo Babo Ribeiro Lda”.

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Gala das Rosas de 2018

Gala das Rosas 2018

IV Edição da Gala das Rosas da Confraria da Rainha Santa Isabel terá lugar no próximo dia 30 de Junho, no Teatro Académico de Gil Vicente, pelas 21.30h. Os bilhetes estão à venda na Confraria da Rainha Santa Isabel e no TAGV.

O programa pode ser visto aqui:


programa da gala

Programa das Festas da Rainha Santa de 2018

PROCISSÃO

PROGRAMA DAS FESTAS DE 2018

Dia 1 de Julho, Domingo, às 21.30 h: Missa com pregação por S.E.R. o Senhor D. José Cordeiro, Bispo de Bragança-Miranda.
Dia 2 de Julho, Segunda-feira, às 21.30 h: Missa com pregação por S.E.R. o Senhor D. José Cordeiro, Bispo de Bragança-Miranda.
Dia 3 de Julho, Terça-feira, às 21.30 h: I Vésperas, com pregação por S.E.R. o Senhor D. José Cordeiro, Bispo de Bragança-Miranda

Dia 4 de Julho, Quarta-feira:
• às 8 h – Missa de Santa Isabel
• às 11 h – Missa da Solenidade de Santa Isabel.
• às 16.30 h – Missa Solene na igreja da Rainha Santa integrada nas cerimónias anuais da Real Ordem de Santa Isabel, com a participação da Real Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, e a presença de Suas Altezas Reais os Senhores Duques de Bragança, D. Duarte e D. Isabel.
• às 18.30 h – II Vésperas

Dia 5 de Julho, Quinta-feira, às 18 h – Missa seguida da procissão penitencial, que conduzirá a Veneranda Imagem da Rainha Santa Isabel para a Igreja do Mosteiro de Santa Cruz.

Dia 8 de Julho, Domingo, às 16 h – Missa Solene na Igreja de Santa Cruz seguida da procissão solene, que reconduzirá a Veneranda Imagem da Rainha Santa Isabel à Sua igreja no Mosteiro de Santa Clara-a-Nova.

Celebração da Santa Missa na Igreja de Santa Cruz:

  • Dia 6 de Julho: ÀS 9H, 10H, 11H E 17.30H.
  • Dia 7 de Julho: ÀS  9H, 10H, 11H E 17H.
  • Dia 8 de Julho: ÀS 9H, 10H, 11.30H E 16H.

Conexão para o cartaz:

https://www.scribd.com/document/381777486/Cartaz-das-Festas-2018

Conexão para o programa:

https://www.scribd.com/document/381777525/Programa-das-Festas-da-Rainha-Santa-Isabel-2018

Visita à Senhora da Lapa

Lapa

14 de Abril de 2018

A Confraria da Rainha Santa Isabel vai organizar uma visita ao Santuário de Nossa Senhora da Lapa e aos Mosteiros de Santa Maria de Salzedas e de S. João de Tarouca no dia 14 de Abril de 2018.

O programa será o seguinte:

Saída da Igreja da Rainha Santa às 7h15m (ou do Hotel Astória às 7h30m).

Ao chegarmos ao santuário, faremos a visita e participaremos na celebração eucarística do dia.

Segue-se a visita ao Museu do Santuário.

Antes do almoço, faremos ainda um pequeno passeio até à nascente do Rio Vouga, ali ao lado.

O almoço decorrerá no Refeitório do Santuário (constará de aperitivos/sopa/cabrito/sobremesa e bebidas).

Depois do almoço, iremos visitar e conviver um pouco com os Residentes do Lar  para Idosos do Santuário da Lapa.

Sairemos de seguida para Norte, para visitar os Mosteiros de Santa Maria de Salzedas e de S. João de Tarouca.


A chegada a Coimbra está prevista para cerca das 21 h.

As inscrições decorrem na Confraria da Rainha Santa Isabel ou na Ordem Terceira de S.Francisco e estão limitadas a 50 participantes.

O preço individual é de 45 euros e inclui o seguro de viagem, a deslocação, o almoço e a entrada no museu e nos mosteiros.

A viagem deve ser paga no acto da inscrição.

Inscrições e mais informações em:

Confraria da Rainha Santa Isabel

Igreja da Rainha Santa Isabel

Alto de Stª Clara

P-3040-270 Coimbra

Telefone: +351 239441674

recordatoriocrsi@gmail.com

Gala das Rosas de 2016

A  III Edição da Gala das Rosas da Confraria da Rainha Santa Isabel terá lugar no próximo dia 28 de junho, no Teatro Académico de Gil Vicente, pelas 21.30h. Os bilhetes estão à venda no TAGV.

O programa pode ser visto aqui:


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Concerto da Beatificação

concertoNo dia 15 de Abril de 1516, o Papa Leão X assinava o breve de beatificação daquela que o povo considerava já santa. Para comemorar esta data, a Confraria organiza um concerto no Mosteiro de Santa Clara-a-Nova com a colaboração da jovem harpista Beatriz Cortesão e da Filarmónica Boa Vontade Lorvanense.

Programa


Harpista Beatriz Rodrigues Cortesão

1.    Passacaille, Haendel

2.    Nocturne, Glinka

3.    The Minstrel’s Adieu to his native Land, J. Thomas

4.    Fantasia sobre um tema da ópera “Eugene Onegin” de Tchaikovsky, E. Walter Kuhne

Filarmónica Boa Vontade Lorvanense

1.    Abertura Sinfónica – Alzira – Verdi

2.    Peer Gynt Suite – 1º andamento – Grieg

3.    Avé Maria – Schubert

4.    Bolero – Ravel

5.    Valsa de outros tempos – Gonçalo Paredes – Guitarra Portuguesa

Direção Artistica : Prof. Paulo Almeida

No Centenário de Mestre Cabral Antunes – medalhista da Rainha Santa Isabel
Perfazem-se hoje cem anos desde o dia em que Coimbra viu nascer um dos seus filhos mais ilustres no século XX – José Maria Cabral Antunes, notável escultor e medalhista laureado com Prémios nacionais e internacionais, cuja actividade criadora se estendeu por várias décadas e muito se intensificou no último quartel da sua vida.

Em Dezembro de 1985, o Presidente da República, General Ramalho Eanes, veio a sua casa para o agraciar com o colar honorífico de Oficial da Ordem de Santiago e Espada; o Município de Coimbra, além de outros actos de homenagem, atribuiu-lhe a Medalha de Ouro da Cidade, imortalizou-o em busto colocado no Jardim de Santa Cruz e consagrou o seu nome na toponímia da urbe.

Cedo Cabral Antunes revelou a intuição inata para artes visuais e plásticas: aos quatro anos de idade já moldava bonecos e animais com miolo de pão; dois anos depois, entrando para o Jardim-Escola João de Deus, contacta com o barro e, já atraído pelas imagens de Camões e de Jesus Cristo, começa a sobressair no desenho e na modelação. Nestes mesmos domínios completa depois o respectivo Curso na Escola de Avelar Brotero, tendo como mestres Santos Sardinheiro, António Vitorino e Pereira Dias. Marcou-o, dos 13 para os 14 anos, o magistério de António Augusto Gonçalves. Não tardou que começasse a trabalhar em Casas de estatutária; ao longo de 15 anos nesse labor profissional apurou-se na destreza técnica que o iria singularizar como criador artístico. Tinha 22 anos quando ensaiou as suas aptidões na escultura monumental.
Celebrando – sob encomenda do Estado, de Autarquias, de Fundações, de Associações, etc. – efemérides históricas e figuras antigas e modernas com destaque público, nacional ou local, deixou implantados pelo País inúmeros monumentos escultóricos (estátuas, bustos, baixos-relevos, medalhões).
Entre as obras grandes de estatuária, basta nomear os monumentos “Aos Heróis do Ultramar” e “A João Paulo II” (Coimbra), os conjuntos escultóricos do Hospital Rovisco Pais (na Tocha) e do então Sanatório Infantil de Celas a Madona do Instituto Maternal de Coimbra, uma das estátuas alegóricas no Palácio da Justiça de Coimbra, a estátua do Infante D. Henrique no Portugal dos Pequenitos, e inúmeras imagens sacras, sobretudo da Virgem Maria (por exemplo, Nossa Senhora da Assunção no sítio mais alto de Portalegre), mas também de Santa Teresinha (na Igreja de Santo António das Antas, no Porto) e outras.
Entre os bustos e medalhões são de referir os de Visconde de Seabra (Anadia), Dr. Jorge de Faria (FLUC), Professores Elysio de Moura, Byssaia Barreto e Antunes Varela, António José de Almeida (Coimbra e Penacova) e Octaviano de Sá, Dr. Manuel Braga e Dr. Moura Relvas, o poeta Camilo Pessanha, os escritores Aquilino Ribeiro e João de Barros, o toureiro Manuel dos Santos, etc.
Quanto aos baixo-relevos, além dos impressivos frisos do Instituto Maternal de Coimbra e do extraordinário painel histórico-celebrativo de Santarém (comemorando o Centenário da elevação a cidade), Cabral Antunes criou vários pequenos murais alegórico-decorativos – por exemplo, em Coimbra, na Agência do Banco de Angola ou no Café Nicola.
Mas ao mesmo tempo, sobretudo na primeira fase da sua trajectória, Cabral Antunes cumpria também com excelência a sua vocação de escultor miniaturista – desde pitorescas colecções de figuras típicas regionais até às Pietàs e outras tocantes cenas da Paixão de Cristo.
As circunstâncias envolventes e a frouxa dinâmica do campo artístico em que se movia ditavam muitas vezes uma resposta de execução que, destacando-se sempre pelo rigor do traço e a coerência orgânica dos pormenores, corria conscientemente inelutáveis riscos de previsibilidade formal e de ênfase retórica (que alguns, com suspeita precipitação, taxariam de academismo). Contudo, as potencialidades criativas de Cabral Antunes eram inegáveis e encontravam actualização numa perícia assombrosa. Sublinhe-se, nos seus estilemas característicos, a coexistência do vigor físico e psicológico-moral das figuras retratadas ou alegóricas e da delicadeza subtil na representação (rosto, vestes, postura…) da beleza contemplativa e piedosa de grandes figuras femininas – maxime na extraordinária medalha consagrada a Santa Joana Princesa e em várias das dedicadas à Rainha Santa Isabel, no zénite da sua arte de inspiração mariana (tão realçada na belíssima medalha portuense de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro).
Data de 1963 a abertura fulgurante da vertente medalhística da obra de Cabral Antunes, com as peças “Centenário de D. Carlos”, “50 Anos de Vida Literária de Aquilino Ribeiro” e “D. Carlos e D. Amélia”. Só no decénio seguinte, rondaram logo a centena as medalhas criadas pelo artista conimbricense.
À medida que se ia afirmando como o maior medalhista português do seu tempo (assim era reconhecido, sem contestação, pelas editoras e pelos críticos, pelas publicações especializadas e pela imprensa generalista), as solicitações, oriundas de instituições públicas e privadas, ou provenientes de Gabinetes de Numismática e Medalhística, tornavam-se tão numerosas e prementes que lhe escasseava o tempo – não a inventiva, nem a energia operosa! – para a execução de estátuas, baixos-relevos e outra escultura monumental. Não obstante, é dessa época a criação, em acordo com a pragmática peculiar do trabalho para o espaço público, da já referida estátua do Papa S. João Paulo II (largo dos Arcos do Jardim, em Coimbra).
A última fase da trajectória artística de Cabral Antunes revela-se de ímpar produtividade, inspirada por temáticas diversas, mas com destaque para motivos e personagens em grande consonância com os valores ético-sociais, cívicos e espirituais que sempre distinguiram a sua mundividência e o seu modo de estar na vida. Aliás, como homem independente e espírito livre – num sentido que não pode ser reduzido à imagem de um temperamento individualista, numa personalidade rica em rasgos de generosidade! -, Mestre Cabral Antunes podia envolver-se intensamente, com lúcida e eficiente vibração, no tratamento artístico de temas e figuras não procurados ao sabor de interesses e ideologias de ocasião.
Assim, embora não cesse então de, com sua consumada perícia de retratista, fixar para a posteridade a efígie de gente grada da contemporaneidade pátria e conimbricense, esse período do escultor-medalhista que legava à sua cidade o emblemático Presépio e que anualmente assinalava com novas modelações o Natal de Cristo e as festas da Rainha Santa Isabel, distingue-se sobretudo pelas grandes séries medalhísticas: “Reis de Portugal”, “Rainhas consortes”, “Vice-Reis e Governadores da Índia”, “Santos Portugueses”, “Imortais do Amor”, “Quadros célebres da história da Medicina”, “Grandes Compositores”, “Escritores” relevantes do cânone da Literatura nacional (também enaltecidos em medalhas singulares, a começar pelas de Aquilino Ribeiro, que tanto admirava Cabral Antunes, e de Camões, Eugénio de Castro, João de Barros, António Nobre, etc.) e a grande colecção, depressa famosa, sobre o nosso Épico e os Episódios principais d’Os Lusíadas.
A doença fatídica sai-lhe ao caminho em momento de máxima pujança; e acomete-o de modo tão flagelante que o impede de completar a série “Vida de Cristo”, na qual investira as suas melhores faculdades sob o estímulo da inerente espiritualidade, tão conatural ao seu talento de artista católico.
Ao longo desse calvário, com desenlace a 6 de Abril de 1986, Mestre Cabral Antunes não deixa de trabalhar. Mas não pode iniciar sequer a concretização de um projecto com que sonhara anos e anos, a saber, um ciclo de interpretação simbólica da divina Commedia de Dante.
José Carlos Seabra Pereira