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400 anos – Canonização

Pode ser uma imagem de texto que diz "Rosas para Isabel 10 ម maío 21th29 Igreja da Rainba Santa Coro Lonoris 周如"Comemorações dos 400 anos da

 Canonização de Santa Isabel de Portugal

 

No seu programa de comemoração dos 400 anos da canonização de Santa Isabel de Portugal, decretada em 1625, a Confraria da Rainha Santa Isabel vai acolher no próximo dia 10 de Maio, às 21h30, o “Coro Honoris Deo”, num concerto “Rosas para Isabel” dedicado à própria Rainha Santa Isabel.

 

 

Este concerto realiza-se na Igreja da Rainha Santa Isabel, Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, em Coimbra, sendo o “Coro Honoris Deo” dirigido pelo maestro Dr. João Arcanjo, interpretando as seguintes peças:

 

Avé maris stella (Hino da Igreja)

Minha alegria és Tu, Senhor!, de E. Perrot

Panis angelicus, de Franck César

Toma a minha vida, música da tradição hebraica

Eis-me aqui (Ecommi), de Monsenhor Marco Frisina

Cântico dell’Agnello, de Monsenhor Marco Frisina

Glória! Glória! Aleluia!, de Julia Ward Howe

Avé Maria!, de Monsenhor Marco Frisina

Salvé bendita Mãe, com melodia russa e arranjo de Pe. António Cartageno

Grande só Tu!, melodia tradicional sueca com arranjo e adaptação de Pe. António Cartageno

Chi ci separera (Quem nos separará?), de Monsenhor Marco Frisina

Domare Cordis (Catedral Granada)

Exultemos de alegria – Rainha Santa

Invocação à Rainha Santa

Preghiera semplice (Oração de “S. Francisco”), de Monsenhor Marco Frisina

Saudação à Rainha Santa

Pai nosso! de Monsenhor Marco Frisina

Hino do Jubileu – peregrinos da esperança

 

 

A entrada é livre.

 

A Confraria da Rainha Santa Isabel conta com a participação atenta de todos!

 

Pela Mesa Administrativa da Confraria da Rainha Santa Isabel,

Joaquim Leandro Costa e Nora

 

MISSA COGNOVI DOMINE.

A Filarmónica de Vila Nova de Anços e o Coro Santo Agostinho têm a honra de apresentar em estreia no próximo dia 3 de julho, pelas 18h00 a obra, composta por 12 andamentos, compreende os textos do próprio e do ordinário da Santa Missa [Introit, Kyrie, Gloria, Gradual, Aleluia, Offertorium, Sanctus, Benedictus, Communion] e ainda um hino do poeta Afonso Lopes Vieira.
Dada a limitação de lugares e de modo a preparar o melhor acolhimento de todos, a admissão do público está sujeita a inscrição prévia, através dos telefones 239441674 ou 918048310 da Confraria da Rainha Santa Isabel, ou ainda por mensagem para o e-mail secretario@rainhasantaisabel.org.
Esperamos por vós!
Audição da Suite 2020 em Louvor à Rainha Santa Isabel

 

iniciativa - Suite 2020 em Louvor à Rainha Santa

Coimbra (Portugal) – 2 de julho de 2022 – “SUITE 2020” (por Makris Charalampos, Francisco J. Rosal Nadales, Francisco M. Relva Pereira & Ilio Volante) será apresentada por ocasião das “Festas da Rainha Santa”, pelas 18h, no Mosteiro de “Santa Clara-a-Nova” pelas bandas de Lares e Santana dirigido pelo Maestro Paulo Silva.
 
Dada a limitação de lugares e de modo a preparar o melhor acolhimento de todos, a admissão do público está sujeita a inscrição prévia, através dos telefones 239441674 ou 918048310 da Confraria da Rainha Santa Isabel, ou ainda por mensagem para o e-mail <secretario@rainhasantaisabel.org>.
Contando com a presença de todos,
Pela Mesa Administrativa da Confraria da Rainha Santa Isabel
Joaquim Leandro Costa e Nora
Recital de canto gregoriano pelos Coros Psalterium e Vox Aetherea

A Mesa Administrativa da Confraria da Rainha Santa Isabel informa que, depois do êxito do fim de semana passado, em que teve início o Programa Cultural das Festas em louvor de Santa Isabel de Portugal organizadas pela Confraria, este programa cultural prossegue no próximo Domingo, dia 26 de Junho, a que se associa mais uma efeméride do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova.
Na verdade, no Domingo, dia 26 de Junho, para assinalar o aniversário da Dedicação da Igreja da Rainha Santa Isabel, em 1696, vai realizar-se nesta igreja, em Coimbra, a partir das 21h00, um Recital de canto gregoriano pelos Coros Psalterium e Vox Aetherea.
Dada a limitação de lugares e de modo a preparar o melhor acolhimento de todos, a admissão do público está sujeita a inscrição prévia, através dos telefones 239441674 ou 918048310 da Confraria da Rainha Santa Isabel, ou ainda por mensagem para o e-mail <secretario@rainhasantaisabel.org>.

Contando com a presença de todos,
Pela Mesa Administrativa da Confraria da Rainha Santa Isabel
Joaquim Leandro Costa e Nora

OpusMundi

Domingo 19.jun.2022  | CONCERTO 18h |
Mosteiro de Santa Clara-a-Nova e Igreja da Rainha Santa Isabel
No âmbito das comemorações do aniversário do Decreto Real de 16 de junho de 1910 – assinado por S. M., o Rei Dom Manuel II e publicado no Diário do Governo de 23 de junho de 1910 -, que “classificou” o Mosteiro de Santa Clara-a-Nova como Monumento Nacional.
O evento acontece HOJE, a partir das 18h00 iniciando com visita aos Claustros do Mosteiro, numa apresentação do Presidente da Mesa Administrativa da Confraria da Rainha Santa – Dr. Joaquim Costa e Nora. A visita aos claustros do Mosteiro será acompanhada de apontamentos musicais de “As Quatro Estações” de Vivaldi e da declamação dos sonetos pertencentes à obra de Vivaldi, seguindo-se o concerto na Igreja da Rainha Santa Isabel.
As entradas são gratuitas, mas sujeitas a inscrição prévia pelo e-mail <secretario@rainhasantaisabel.org>
As 4 Estações, de Vivaldi
“As 4 Estações” (em italiano: Le quattro stagioni) é um conjunto de quatro concertos para violino do compositor italiano Antonio Vivaldi, cada um inspirado numa estação do ano. Foram compostos entre 1718 e 1720, quando Vivaldi era mestre de capela da corte de Mântua e publicados pela primeira vez em 1725 em Amsterdão juntamente com oito concertos adicionais, sob o título “O certame entre a harmonia e a invenção) (em italiano: Il cimento dell’armonia e dell’inventione). As quatro estações tornaram-se numa das mais populares obras de sempre e certamente na obra mais conhecida do compositor.
A originalidade destes concertos constitui uma revolução na conceção musical. Neles Vivaldi representou riachos, o canto de vários pássaros (cada um especificamente caracterizado), um pastor, cães a latir, o zumbido de moscas, tempestades, dançarinos embriagados, cenas de caça caracterizando estes e as presas, paisagens congeladas e lareiras quentes de inverno.
Incomum para a época, Vivaldi publicou os concertos acompanhados de sonetos (possivelmente escritos pelo próprio compositor) que elucidavam o que havia no espírito de cada estação e que música pretendia evocar. Os concertos, portanto, são um dos primeiros e mais detalhados exemplos do que viria a ser chamado de música de programa – por outras palavras, música que segue um programa narrativo. Vivaldi esforçou-se para relacionar a música aos textos dos poemas, traduzindo os próprios versos poéticos diretamente no manuscrito. Vivaldi dividiu cada concerto nos tradicionais três andamentos (rápido – lento – rápido) e, de igual modo, também os sonetos estão cada um dividido em três seções. Além dos sonetos, Vivaldi escreve instruções especificas como “O cão que late” (no segundo movimento da primavera), a languidez do calor” (no primeiro movimento do Verão) e os bêbados que dormem (no segundo movimento do Outono).